Depilação a Laser

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Estrias
Remoção de Sinais e Tumores
Destatuagem

 

 

 

 

 

Destatuagem


O acto de tatuar é perigoso desde o momento em que é realizado e os perigos podem permanecer para a vida.

Além dos riscos de infecção devido à contaminação dos instrumentos de tatuagem com bactérias, fungos ou vírus, que podem e devem ser minimizados com o recurso a uma esterilização adequada, uso de luvas e de material descartável, há ainda o risco inerente aos próprios pigmentos usados.
Na realidade, hoje em dia sabe-se que muitos dos pigmentos são cancerígenos e na maioria dos casos os tatuadores desconhecem a composição química dos mesmos e possivelmente não têm formação académica para fazer as escolhas mais seguras.
Da panóplia de tintas usadas até tintas de automóvel foram já identificadas...
Com excepção da Suiça não conheçemos qualquer outro País onde haja legislação restritiva quanto ao uso de tintas para tatuagem.

Por outro lado sabe-se que o pigmento uma vez introduzido no organismo humano aí permanece para sempre, não só na pele, no local da tatuagem, mas também uma pequena parte nos gânglios e em outros órgãos.
Quando destatuamos também não estamos a retirar completamente o pigmento do organismo. Removemos parte do pigmento da pele, uma parte passará para a linfa, para os gânglios, para a circulação sanguínea e daí para outros órgãos e apenas uma pequena parte será eliminada...
A conclusão óbvia é que não se deverá deixar tatuar!
De qualquer modo uma grande percentagem de pessoas que se submeteram a tatuagens arrepende-se alguma vez na vida, muitas vezes na hora seguinte...
Aqueles que pretendem remover uma tatuagem deverão estar cientes que apenas estão a resolver o problema do ponto de vista estético e não mais que isso.

Os diferentes métodos de destatuar mostraram-se, até à introdução dos lasers chamados "Q- Switched" ou ultra-pulsados, bastante decepcionantes.
A remoção cirúrgica dá em geral lugar a cicatrizes inestéticas difíceis de disfarçar e de aceitar, com excepção de tatuagens muito pequenas, em localizações particulares.
O recurso à abrasão mecânica, criocirurgia ou electrocirurgia, usados no passado davam origem a cicatrizes extensas com alterações significativas da textura da pele.
O uso de laser de CO2, mesmo pouco profundo com o recurso a técnicas complementares de remoção do pigmento é pouco prático, deixa uma ferida "aberta" demasiado tempo com risco de infecção secundária e formação de cicatriz inestética que se pretenderia evitar.
Os aparelhos de laser ultra-pulsado permitem remover por processos "naturais", camada por camada o pigmento, com risco reduzido de cicatriz, permitindo ao fim de alguns tratamentos o clareamento total ou quase total da tatuagem ficando a pele com aspecto normal.
O número de sessões é variado, dependendo da quantidade de pigmento introduzido na pele e da composição química do pigmento, que em geral é desconhecida.
As tatuagens amadoras requerem, em geral menos sessões, seis em média e as profissionais doze em média.

O intervalo entre as sessões será de 4 a 6 semanas dependendo da resposta da pele, mas pode ser mais dilatado, não podendo contudo ser diminuído.
Logo, é preciso tempo, paciência e sobretudo motivação para se submeter ao tratamento de destatuagem.
Até à pouco apenas conseguíamos remover os pigmentos pretos, azuis escuros e vermelhos. Actualmente conseguimos remover também o azul turquesa, o verde e o laranja, sendo quase impossível remover o amarelo.
Algumas tintas ditas "orgânicas" usadas em tatuagens "cosméticas" ou para disfarçar pequenas imperfeições ou mesmo outras tatuagens podem escurecer com os primeiros tratamentos e depois são difíceis de remover.
De qualquer modo já é possível dar boa resposta à maioria das situações pelo que nos deverá contactar ser estiver interessado em remover uma tatuagem com laser.